Couro para o setor automotivo e suas tendências
Em 18 de agosto, o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) apresentou, em São Paulo, o Fórum CICB Automotivo, com o objetivo de discutir os pilares e tendências que estão impactando o segmento automotivo. O Fórum foi realizado presencialmente na Escola Senai Francisco Matarazzo, no Brás, e transmitido virtualmente, com a presença de palestrantes e empresas que são referência neste segmento.
A proposta do evento foi abordar caminhos para o crescimento do setor, além de contar com uma mostra de assentos automotivos inovadores e couros. Segundo os organizadores, o evento visa conectar pessoas e empresas, como curtumes, indústrias de manufatura de revestimento, entidades, grupos concessionários e distribuidores.

O Sindicouro (Sindicato da Indústria do Curtimento de Couros e Peles no Estado de São Paulo) foi um dos apoiadores do Fórum. O segmento automotivo é um dos principais clientes da indústria brasileira de couro e o uso dele em revestimentos automotivos tem crescido em todo o mundo. Estima-se que o setor automotivo vá absorver mais de 20% dos couros feitos no mundo nos próximos anos.
Para o diretor Executivo do Sindicato, Alexandre Luta, essa troca de conhecimento é muito importante para toda a cadeia. “Conseguimos reunir os vários elos da cadeia produtiva, demonstrando o quanto esse mercado gera interesse e tem potencial de crescimento.”
Com a mediação do presidente do Sindicouro, Jérson José do Nascimento Jr, a mesa-redonda de encerramento contou com as participações do especialista em revestimentos para o After Market, Wevilon Kairon, do diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da JBS Couros, Ramon Souza Dela Torres, o especialista em revestimentos, Erico Miotto, e o diretor Comercial da TFL, Mauri Barbieri.


Iniciando a conversa o presidente do Sindicouro contextualizou o início da exportação de veículos e sua mudança ao longo dos anos. “No início da década de 90, o ex-presidente Fernando Collor de Mello, abriu as portas para a importação de veículos e, em Franca, lojas começaram a importar seus veículos, mas eles tinham algo em comum, bancos de couro […]. Em 1994 o trabalho era diferente, quanta tecnologia embarcou e como evoluímos de 94 para cá”.
A íntegra das palestras está disponível no Youtube do CICB.







