APLF encerra com alguns pontos de interrogação e pelo menos uma novidade
APLF encerra sua edição de 2025 sem dissipar todas as dúvidas do mercado (mas, talvez, isso fosse pedir demais).

Houve muito movimento de compradores e visitantes nos estandes da feira de Hong Kong (12 a 14 de março), principalmente nos dois primeiros dias, mas quanto aos resultados de vendas, o tempo dirá. O sentimento dos expositores é que as participações na feira provavelmente aumentaram, enquanto o escopo do evento diminuiu: historicamente interessante para toda a região da Ásia-Pacífico, desta vez foi menos internacional e mais chinês. Isso não significa necessariamente que seja um problema, pois as novidades mais interessantes vêm do mercado local.
De um lado, os curtumes chineses, muitas vezes agressivos em suas políticas de preços e sempre atentos às inovações de seus concorrentes europeus. Por outro lado, na APLF vimos as empresas transformadoras da República Popular, que avançam na cadeia de valor em função do segmento dos seus clientes e, portanto, da qualidade necessária. Aqueles que atendem marcas mais bem posicionadas recorrem aos fornecedores italianos. As intenções de compra ainda precisam ser avaliadas, mas os clientes (principalmente os americanos) certamente apontaram para a realização de pesquisa. Os compradores chineses também se mostraram muito interessados em acompanhar, em termos de materiais, as escolhas das prestigiadas marcas europeias. E esta é a grande novidade da APLF 2025. Muitas marcas (Premium ou luxo) orgulhosamente locais e fabricadas na China estão surgindo no mercado nacional, o que, no entanto, faz da composição com couros italianos um motivo de orgulho.
Fonte: La Conceria (www.laconceria.it)
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